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Renata Lima finalista do Prêmio Mulher Brasileira Azaléia

23 out, 2009  Veja o Comentário

Renata Lima finalista do Premio Mulher Brasileira – Azaléia

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O futuro segundo o Google

21 out, 2009  Comente

ecooperte materia google schmidt O futuro segundo o GooglePoucos negariam que a internet está se tornando o coração do mundo. Bem poucos negariam que o Google já é o coração da internet. Líder dos sistemas de busca, trata-se da principal marca da rede mundial de computadores e da empresa de serviços gratuitos mais poderosa do planeta. Administrar essa posição de comando é, em grande parte, responsabilidade do experiente executivo de tecnologia Eric Schmidt, que, em 2001, foi nomeado para o cargo de CEO pelos fundadores do Google, Sergey Brin e Larry Page.

Nos oito anos passados, Schmidt vem expandindo o sistema Google e, antecipando as maneiras como as pessoas ampliam o uso da internet, tem lançado novos produtos. E o futuro? Nesta entrevista, ele antevê assistentes digitais mais potentes e muito espaço para a criatividade humana – se as organizações permitirem, é claro.

A internet mudou o mundo. Que novos desenvolvimentos você antevê?
Quando as pessoas tiverem equipamentos pessoais poderosos, conectados a redes infinitamente rápidas e servidores com muito conteúdo, o que elas farão? Haverá um tipo novo de aplicativo, pessoal. Vai rodar em algo equivalente a seu telefone celular. Saberá onde você está por meio de um GPS, e você o usará como seu assistente pessoal e social. Saberá quem são seus amigos e quando eles estarão próximos de você. Ele o lembrará dos aniversários de seus parentes e amigos e o divertirá. Vai avisá-lo de ameaças iminentes e atualizá-lo sobre os acontecimentos. Usará todo o poder computacional que está na “nuvem”, como costumamos dizer. Por exemplo, quando você for a uma loja, esse aparelho lhe permitirá decidir o que comprar ao melhor preço e com a melhor entrega. Quando estiver na escola, ele o ajudará a aprender, uma vez que ele “saberá” muito mais do que você um dia conseguirá saber. Assim, essa visão de um poder computacional praticamente infinito, o poder das redes, e esse equipamento poderoso são a base para a próxima geração de computadores.

Munidas de todo esse arsenal tecnológico, o que acontecerá com as pessoas e o modo como vivem e trabalham?
Já há enorme explosão de conteúdo, mas ainda muito pouca compreensão sobre isso. Eu penso que o gap entre o que os computadores fazem (que é trabalho de análise e replicação em volumes muito altos) e as coisas que os seres humanos podem realizar (que são essencialmente intuitivas) é grande. Nós provavelmente não veremos essa lacuna se fechar muito. As empresas mudarão a maneira como vendem os produtos às pessoas, que serão cada vez mais auxiliadas por computadores. Mas, em última instância, nós ainda controlaremos o mundo. A parte difícil da mensagem é que tudo acontecerá mais rapidamente – cada ciclo de produto, cada ciclo de informação, cada bolha –, devido aos efeitos de rede, uma vez que todos estarão conectados e conversando entre si. Os que já estão cansados do ritmo das mudanças ficarão ainda mais estressados, mas uma nova geração está crescendo tendo isso como a cadência normal de sua vida.

A internet derrubará barreiras, tornando os mercados mais democráticos?
Eu queria poder responder que a internet criou um campo tão plano que a cauda longa é certamente o lugar onde se deve estar e que há muita diferenciação, diversidade, vozes novas… Infelizmente, não é esse o caso. O que realmente acontece é algo chamado “lei do poder”, caracterizada por um pequeno número de coisas altamente concentradas e por uma grande quantidade de outras coisas de volume relativamente pequeno. Virtualmente, todos os novos mercados de rede seguem essa lei. Em outras palavras, ainda que a cauda seja muito interessante, a maior parte da receita permanecerá na cabeça. E essa é uma lição que as empresas têm de aprender. Ao mesmo tempo em que você pode seguir uma estratégia de cauda longa, é melhor que tenha a cabeça, porque é aí que o dinheiro está. É provável que a internet leve a grandes sucessos de vendas e a maior concentração de marcas, o que nem faz muito sentido, por ser o meio que é, com maior capacidade de distribuição. Mas, quando se juntam as pessoas, elas ainda querem uma superestrela – só que não mais uma estrela norte-americana, e sim mundial.

Como as empresas fazem dinheiro nesses mercados?
“Grátis” é melhor do que “barato”. Esse princípio tão simples foi deixado de lado por muitos gestores. Alguns modelos de negócio envolvem o “grátis” como fonte adjacente de recursos, quando, na verdade, “grátis” é um modelo viável pelas vantagens de branding, nas cobranças de serviços e outras coisas. Há um modelo de negócio diferente daquele ao qual a maioria de nós está acostumada, porque vai contra a velha lei da economia que diz que o preço do produto tende, no final, ao custo marginal de sua produção e distribuição. No mundo digital, para produtos digitais, o custo marginal de fabricação e distribuição é efetivamente zero ou próximo de zero. Assim, para essa categoria de produtos, é razoável esperar que o modelo do “grátis”, com o auxílio do branding e das oportunidades de receita, seja muito bom.

Dê um exemplo sobre como um setor pode se adaptar a essas mudanças…
Obviamente, para coisas que têm algum custo físico de produção, você estará perdendo dinheiro em um milhão de unidades de uma vez, a menos que surja alguma receita compensatória. A telefonia seria um exemplo clássico disso. A maior parte dos custos de infraestrutura física de telefonia é perdida. O custo operacional não é tão grande – basicamente, cobrança e afins. Imagine uma situação na qual a telefonia passasse da cobrança por minuto para a cobrança na aquisição do telefone. Você compraria o telefone e, embutida no custo, estaria parte daquela infraestrutura. Com isso, você poderia usar o telefone para sempre. Mas, pelo menos no mundo digital, as pessoas têm de aceitar que o custo de transmissão e distribuição não aumentará. Está caindo. Quem constrói o aparato físico que se conecta à transmissão e à distribuição transformará seus modelos em algo mais similar à forma pré-paga, porque será mais eficiente do ponto de vista do consumidor.

Em face disso, que mudanças serão necessárias na gestão de empresas?
A internet está nivelando as empresas de diferentes portes de várias maneiras: distribuição, branding, dinheiro e acesso. Mas há muitas outras implicações para o modo como elas operam. Elas não podem ser tão controladoras. Têm de deixar a informação sair. Precisam ouvir os clientes, porque os clientes estão falando com elas. E, se não falarem com eles, o concorrente falará. Enfim, há uma longa lista de razões pelas quais uma empresa mais transparente significa uma organização melhor. Muitos modelos de negócio ainda são baseados em controle; meu exemplo favorito é o de distribuição de filmes. Como consumidor, quero assistir aos filmes quando me der vontade e no meio que eu desejar. No entanto, toda a estrutura econômica do negócio dos filmes, até recentemente, era organizada em torno da distribuição em determinado formato, a dado preço, o que pressupunha um pouco de espera. Mas, no novo mundo, não esperarão. Além disso, já temos muitas evidências de que grupos tomam melhores decisões que indivíduos, especialmente quando são selecionados entre as pessoas mais inteligentes e as mais interessantes. A sabedoria das multidões argumenta que você pode operar uma empresa por consenso, que é como o Google opera.

ecooperte materia google eric schmidt O futuro segundo o GoogleComo vocês fazem isso?
Duas coisas são necessárias para uma empresa operar por consenso. A primeira é ter alguém que determine um prazo. Em uma organização, o papel de um líder geralmente não é forçar um resultado, mas a execução, ou seja, estabelecer um prazo, seja em uma crise real ou criando uma crise. E uma boa estratégia gerencial é: “Vamos criar uma crise nesta semana para que todos ultrapassem tal barreira”. A segunda coisa é ter alguém que discorde. Se não houver discordância, você terá um rei. E o novo modelo de governança se opõe radicalmente a isso. O que eu tento fazer em reuniões é descobrir as pessoas que não falaram, que costumam ser as que têm medo de falar, mas possuem opinião divergente. Eu faço com que digam o que pensam realmente e isso promove a discussão – e a coisa certa acontece. Encorajar essa abertura é uma arte, não ciência. Fato é que as melhores ideias normalmente não vêm dos executivos. E, infelizmente, os executivos não concordam comigo a esse respeito.

Em sua opinião, existe um tipo de organização que tenha vantagem na hora de inovar?
Executivos sempre querem simplificar a vida e, por isso, estruturam seu negócio  em três divisões, quatro produtos, o departamento de marketing e assim por diante. A fórmula até pode continuar funcionando em algumas empresas, mas a maioria, devido à natureza da tecnologia, ficará mais complexa. As empresas terão mais produtos e mais variação de linha ao longo do tempo. E será importante, para manter uma barreira aos competidores, ter produtos resilientes, em escala, diferenciados e de alcance internacional, o que significa que não podem mais ser criados por duas pessoas apenas. Em nosso caso, como reconhecemos que a inovação vem de pequenas equipes e nos organizamos de acordo com isso, nós também encorajamos as pessoas a falar umas com as outras. Uma das coisas que tentamos evitar no Google é o tipo de estrutura divisional e de unidades de negócios que impede a colaboração entre as unidades. É difícil. Mas tentamos porque isso elimina os laços informais, que, em uma cultura aberta, levam a muita colaboração. Se as pessoas entendem os valores da empresa para a qual trabalham, devem ser capazes de se organizar para lidar com os problemas mais interessantes. Se não são capazes de fazê-lo, é porque você não conversou com elas, não construiu uma cultura de valores compartilhados.

Para terminar, quais são os perigos que você enxerga no contínuo desenvolvimento da internet?
Há uma série de iniciativas de construção de um padrão global para a web. Dada a história das guerras e da política global, é altamente improvável que vejamos um único regime, por exemplo, para leis de direitos autorais, para definir quais conteúdos são apropriados, ou quais são as penas para o conteúdo inapropriado ou para todas as questões que as pessoas enfrentam no mundo on-line. O modo de solucionar esse problema, hoje, é usar domínios por país. Assim, um domínio de um país é visto como diferente, como o domínio americano, que é o “ponto com”. É provável que ocorram desafios legais e políticos ao longo dos anos, e eu acho que o próximo virá em breve. Na internet, as pessoas sempre estão sujeitas às leis locais. Mas será uma tragédia, por essas questões, que ela se torne dividida em um nível físico. Não será? Será uma tragédia se cada país construir uma espécie de polícia em torno de sua internet [no Brasil, por exemplo, essa questão está em tramitação no Congresso Nacional]. É muito melhor usar outras abordagens para se assegurar de que o que for legal em um país e ilegal em outro não vá de um para outro sem a supervisão apropriada. Dada a complexidade disso tudo, meu conselho é que as empresas globais tenham muitos advogados, cada um especializado em determinada lei nacional – um na lei brasileira, outro na turca, outro na europeia etc.

Como o Google inova, segundo Schmidt
“A inovação sempre foi liderada por uma pessoa ou por uma pequena equipe que se dá ao luxo de ter uma nova ideia e ir atrás dela. Não há exemplos contrários. Já era verdade há 100 anos e será verdade nos próximos 100. A inovação é algo que vem quando você não está sob a mira de uma arma. Então, é importante que, mesmo que não haja equilíbrio em sua vida, você tenha tempo para reflexão, de modo que possa dizer ‘Bem, talvez eu não esteja trabalhando na coisa certa’ ou ‘Talvez eu devesse ter uma nova ideia’. As partes criativas da mente de uma pessoa não seguem uma agenda.

Em nosso caso, tentamos estimular a inovação com coisas como os 20% do tempo [reservados à criação pessoal] e as pequenas equipes de tecnologia, que não têm uma direção. Tentamos encorajar o verdadeiro pensar fora da caixa. Também procuramos pequenas empresas que possamos adquirir, porque, com frequência, são elas que têm as grandes novas ideias. Elas começam essas ideias, mas não podem, de fato, completá-las.

O objetivo do Google é ser uma inovadora sistemática e em escala. ‘Escala’ significa mais de um. ‘inovadora’ significa produtora de coisas que realmente fazem você gritar ‘uau!’. E ‘sistemática’ quer dizer que podemos sistematizar a abordagem – nós realmente podemos conseguir que nossos grupos inovem. Nós não sabemos, necessariamente, quem será bem-sucedido neste mês, mas temos grupos suficientes para que umas poucas inovações surjam. E, é claro, também eliminamos aqueles que não são bem-sucedidos. Nós os pressionamos para tentarem fazer algo diferente ou redefinir o objetivo se necessário. É claro que os projetos são cancelados quando não funcionam, mas isso é relativamente raro.”

* Esta entrevista foi publicada pela Revista HSM Management (Setembro/Outubro de 2009 br.hsmglobal.com) e agora no Mundo do Marketing por meio de parceria que os dois veículos mantêm.

Novos consumidores e mais compras no comércio eletrônico até o final do ano

13 out, 2009  Comente

ecooperte Web Novos consumidores e mais compras no comércio eletrônico até o final do ano

Mais dados positivos para o comércio eletrônico foram divulgados nos últimos dias. Durante o Seminário e-commerce para Pequena e Média Empresa, realizado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) em conjunto com a Camara-e.net, os especialistas afirmaram que até o final desse ano mais quatro milhões de consumidores vão aderir ao e-commerce.

Além disso, a expectativa é que o valor médio das compras passe de R$ 323 para R$ 346. A chegada do Natal e das festas de fim de ano vão influenciar diretamente nesse resultado.

Leia mais sobre o assunto.

e-Commerce tem previsão de crescimento de 25% para o Dia das Crianças

13 out, 2009  Comente

ecooperte  e Commerce tem previsão de crescimento de 25% para o Dia das Crianças

Com a aproximação do Dia das Crianças começaram a surgir as previsões de crescimento para a comemoração deste ano.

As lojas virtuais já estão se organizando para atender as demandas relacionadas aos produtos para o público infantil.

Prevê-se que no pico de demanda, no período entre 28 de setembro e 11 de outubro, as lojas consigam alavancar as vendas do e-Commerce em até 25%. O crescimento significa um faturamento de R$ 450 milhões.

O diretor da eBit, Pedro Guasti, destaca que o mercado aguarda por estas datas a fim de impulsionar as vendas online. “Nas datas sazonais, as empresas buscam formas de atrair mais consumidores para seus caixas virtuais. O Dia das Crianças tem um bom apelo para promoções, já que hoje em dia os filhos pedem a seus pais produtos de maior valor agregado, como artigos de informática, eletrônicos e vídeo games”, explica o executivo.

O tíquete médio (valor médio de cada compra efetuada) está previsto em R$ 340. Isto significa um aumento de 7% em relação ao valor do ano passado.

Entre os produtos preferidos das crianças estão:

- Computadores

- Notebooks

- Vídeo games

- Aparelhos de MP3 e MP4

- Brinquedos

Erros comuns no E-commerce

13 out, 2009  Comente

Apesar do crescimento do comércio eletrônico, muitas lojas virtuais possuem erros considerados básicos, que poderiam ser evitados com um pouco mais de atenção. Esse tipo de problema acontece tanto nas pequenas como também nas grandes lojas.

O iMasters divulgou uma lista com os erros mais cometidos. É importante que todos vejam e saibam identificar se eles estão sendo cometidos para mudar a situação.

São eles:

1-Sistema de busca ineficaz

2-Produtos sem imagens ou imagens pequenas

3-Descrição pobre

4-Produto sem preço

5-Falta de estoque

6-Cores negativas para ações positivas

7-Cadastro extenso

8-Falta de opções de contato

9-Acesso inadequado ao carrinho de compras

10-Falta de projeto de SEM e Marketing

Veja na íntegra a explicação para cada item!

O que realmente atrai o consumidor para uma loja virtual?

13 out, 2009  Comente

ecooperte comercio eletronico O que realmente atrai o consumidor para uma loja virtual?

Para atrair público e agradar os consumidores, as lojas virtuais devem se preocupar com a aparência. Claro que oferecer produtos e serviços de qualidade, além de um bom atendimento, está em primeiro lugar. De qualquer maneira, encantar os olhos é fundamental.

Nas lojas físicas, podemos pegar o produto, tocar, abrir, testar, provar, ver outras cores, tamanho etc. Como no e-commerce isso não é possível, o empreendedor precisa pensar em outras maneiras de conseguir satisfazer o público.

Por isso, oferecer informações detalhadas, qualidade das imagens dos produtos e a montagem da página contam a favor para despertar o desejo de compra.

Sucesso e até a próxima!

Consumidor compara produtos na web, mas compra em lojas físicas

13 out, 2009  Comente

ecooperte consumidorinternet Consumidor compara produtos na web, mas compra em lojas físicas

Consumidor brasileiro é exigente e com grande poder de decisão. É o que concluiu o estudo “As relações de consumo na era do comércio online”, divulgado pela consultoria Deloitte. Outro dado bem interessante é que a maioria dos clientes de loja virtuais geralmente compara as opções de produtos pela internet, mas finalizam as compras em lojas físicas.

Mas porque isso acontece?

Em primeiro lugar, a busca por melhores condições de compra é o que motiva a pesquisa dos consumidores. Além disso, apenas 2% das compras são feitas por impulso na internet, o que faz dos brasileiros muito exigentes com relação ao e-commerce.

Apesar dessa comprovação, não há dúvidas de que o comércio eletrônico está crescendo e a expectativa dos empresários e pesquisadores da área é que o ramo continue a progredir e render lucros.

Leia no IDGNow! uma matéria interessantíssima com outros dados da pesquisa.

Comércio eletrônico faturará R$ 2,6 bilhões no trimestre

13 out, 2009  Comente

ecooperte crescimento ecommerce Comércio eletrônico faturará R$ 2,6 bilhões no trimestreO comércio eletrônico brasileiro deverá movimentar 2,6 bilhões de reais durante o terceiro trimestre, aumento de 30% em relação ao mesmo período de 2008, segundo estimativa da consultoria e-bit divulgada nesta terça-feira (15/9).

Com o crescimento no período, tradicionalmente mais fraco que os segundo e quarto trimestres (que se beneficiam, respectivamente, do Dia das Mães e do Natal), o setor brasileiro deverá fechar 2009 movimentando 10,5 bilhões de reais.

Ainda que o Dia dos Pais não se compare às duas datas comemorativas citadas em termos mercadológicos, o terceiro trimestre deverá atingir o maior tíquete médio da história do comércio eletrônico nacional, incentivado também pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) – cerca de 340 reais, segundo a e-bit.

Caso a projeção da e-bit para 2009 se concretize, o número representará um aumento de 28% em relação aos 8,2 bilhões de reais gastos pelos brasileiros pela internet durante 2008. No primeiro semestre, o Brasil movimentou 4,8 bilhões de reais pelo comércio eletrônico.

O número de usuários de serviços de venda pela internet cresce na mesma toada do valor movimentado. A e-bit projeta que 17 milhões de brasileiros terão comprado online em 2009, 28% a mais que os números referentes ao ano passado.

Fonte: IDG Now!

 

Leitura recomendada: como vender pela web

13 out, 2009  Comente

ecooperte 1116 Leitura recomendada: como vender pela web

O livro “Lojas Virtuais – Como vender pela Internet”, de Dailton Filipini, é a sugestão de hoje da eCoopertec para todos aqueles que desejam saber mais sobre o ambiente do comércio eletrônico.

O e-book mostra a estrutura e o funcionamento das lojas virtuais bem como as principais variáveis a serem consideradas no gerenciamento dessas lojas: a escolha dos meios de pagamentos e os cuidados com a segurança, além de dicas e procedimentos sobre como transformar visitantes de lojas virtuais em compradores.

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